São Miguel já teve uma Delegação da Sociedade Protetora dos Animais de Lisboa
No último texto divulgamos uma pouco da participação cívica do conselheiro José Silvestre Ribeiro, o fundador da SPA-Sociedade Protetora dos Animais criada, em Lisboa, a 28 de novembro de 1875.
Tendo por objetivo “melhorar por todas as formas ao seu alcance, as condições de vida dos animais” a SPA usa, de acordo com os seus estatutos, entre outros, os seguintes meios: implementação de “todo o tipo de atividades de caridade para com os animais”, intervenção junto das autoridade para a “adoção de todas as medidas que visem impedir e reprimir tudo quanto represente crueldade para com os animais” e a criação e manutenção de serviços de assistência permanente aos animais”.
De acordo com notícia publicada no Açoriano Oriental, no final de 1993, a Delegação da SPA “veio substituir a Sociedade Micaelense Protetora dos Animais que nos últimos anos praticamente não funcionou”. Através do contato com um dos sócios que transitou da SMPA, fundada por Alice Moderno, para a Delegação da SPA e de informação publicada na comunicação social uma das razões para a não adesão de alguns deles à “nova” associação foi o valor das quotas que passaram de 200$00 anuais para 1500$00 no primeiro ano e 1000$00, nos seguintes.
Tendo à frente dos seus destinos João Gago da Câmara, a Delegação da SPA, que chegou a possuir uma sede e uma funcionária a tempo inteiro, conseguiu logo nos primeiros tempos de atividade alargar o prazo dado aos donos para provar que os animais lhes pertenciam, de três para quinze dias, possibilitando assim aumentar o número dos que se safavam da morte certa.
De acordo com uma reportagem publicada no Açoriano Oriental, no dia 11 de dezembro de 1993, a Delegação da SPA também pretendia acabar com a chacina de animais causada essencialmente pela insensibilidade de muitos donos e implementar uma “campanha de sensibilização com o objetivo, por um lado, de fazer com que todas as pessoas declarem e paguem na Câmara Municipal da sua localidade a taxa legal e, por outro, para que exista uma maior consciência das responsabilidades inerentes à posse de um animal”
Hoje, apesar do esforço de muitos cidadãos e das organizações animalistas, o número de animais registados na juntas de freguesia é diminuto e não deverá ser muito maior a responsabilidade dos humanos para com os animais, quer sejam os chamados de companhia ou quaisquer outros.
Teófilo Braga
(Correio dos Açores, 31161, 21 de fevereiro de 2017, p. 14)
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O activismo ecologista/ambientalista
Ao longo da minha vida foram pertenci a várias associações de defesa do ambiente e dos Animais, tendo nalgumas delas exercido funções no seus Órgãos. Aqui vão algumas delas:
Liga para a Protecção da Natureza (associado)
Luta Ecológica (dirigente)
Quercus (associado, o primeiro associado dos Açores)
Amigos da Terra (fundador e dirigente do Núcleo dos Açores)
Amigos da Serra da Estrela (associado)
Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (associado)
Amigos dos Açores (dirigente de 1994 a Novembro de 2010)
ANIMAL (associado)
Associação Açoriano de Protecção dos Animais (associado)
Campo Aberto (associado)
sábado, 15 de agosto de 2009
Jovens Unidos da Ribeira Seca

Esta semana, através do Vitorino Furtado, tive acesso à revista comemorativa do 10º aniversário da fundação da associação Jovens Unidos da Ribeira Seca, fundada em 26 de Maio de 1998.
Importante documento fotográfico da vida daquela associação e da Ribeira Seca, a revista merecia um maior cuidado na revisão dos textos. De igual modo, embora não seja importante para o autor, o texto não original deveria vir com a indicação da fonte.
Faço votos para que a associação continue a fazer o meritório trabalho em prol da Ribeira Seca como o tem feito até aqui.
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