terça-feira, 22 de outubro de 2013



POR UMA MERECIDA HOMENAGEM AO
PROFESSOR EDUARDO CALISTO AMARAL

Durante vários anos o professor Eduardo Calisto do Amaral coordenou uma equipa de professores que foi pioneira na integração da Escola da Ribeira Seca com a comunidade onde esta se inseria.
De entre as inovações introduzidas, a título de exemplo, destacamos as Festas Anuais Escolares, as marchas de São João quando a Vila não as fez e a construção de uma “piscina” para a aprendizagem da natação. Digno de registo foi, também, a cedência das instalações da escola, sem exigências formais, a um grupo de jovens para a prática da atividade desportiva.
Atendendo a que:
1-      Não aceitamos que o patrono da nossa escola seja um professor que teve uma passagem fugaz pela mesma;
2-      O senhor professor Eduardo Calisto Amaral foi diretor da Escola da Ribeira Seca durante muitos anos;
3-      O senhor professor Eduardo Calisto Amaral, pelo seu trabalho, dedicação e maneira de ser marcou profundamente os seus alunos e pela sua facilidade em se relacionar com os outros granjeou a simpatia da comunidade que tão bem soube servir.

Nós, antigos alunos daquela escola, pais de alunos da mesma, moradores da Ribeira Seca e Vilafranquenses espalhados pelos quatro cantos do mundo, vimos apelar a Vossas Excelências para que revejam a imponderada deliberação tomada há alguns anos, atribuindo o nome de Eduardo Calisto do Amaral à escola do primeiro ciclo da Ribeira Seca.

Os primeiros signatários:

- Teófilo José Soares de Braga
- Maria Antónia Fraga
- Berta dos Anjos Cabral Raposo


domingo, 20 de outubro de 2013



Eleitores ladrões

Hoje é dia de eleições em Vila Franca do Campo e às urnas irão bons e maus cidadãos, gente honesta e desonesta, pessoas respeitadoras do património alheio e ladrões.
Ontem, quando me preparava para colher castanhas de uns castanheiros que tenho na Ribeira Seca, senti umas vozes que provinham do local onde eles se encontram. Como já havia sido ameaçado de morte por alguém que não consegui identificar e que estava a cortar uma criptoméria que me pertencia, por prudência decidi não me aproximar do local.
Assim, fiquei à espera para tentar identificar os amigos do alheio. Passados alguns minutos, vi que dois indivíduos que não têm propriedades na zona e que não consegui identificar traziam três sacos de plástico com castanhas.
Na tentativa de os identificar, deixei-os passar na esperança de que fossem identificados pelos populares que normalmente se encontram no Canto da Cruz e ao fim de alguns minutos desci até ao centro da freguesia e qual não foi o meu espanto quando os vi entrar numa moradia na rua da Cruz.
Depois de um deles ser identificado, fiquei a saber que é filho de “boas famílias” e que é casado com uma senhora que também é filha de “boas famílias”.
Mas como nem sempre o ditado “tal pai tal filho” é para ser levado à letra fiquei a saber por uma pessoa da família que um deles era um malandro, um drogado, que vivia à custa de dinheiro do estado e já agora, também, do meu.
Hoje, vão comemorar a eleição do presidente da Câmara de Vila Franca do Campo, comendo as minhas castanhas e bebendo à custa dos meus impostos.
São coisas desta falsa democracia permissiva, onde quem não come à custa dos outros tem a vida dificultada.
Sou roubado pelos de cima (Estado) e sou roubado pelos de baixo que contam com a complacência daqueles.
Teófilo Braga
Nota- Não quero ofender a gente honesta da rua da Cruz, mas se colocasse aqui o número da porta era capaz de ser processado por ofender o “bom nome” que qualquer ladrão acha que deve ter.